CBS, IBS e a transição que vai redesenhar o ISS médico
O que muda concretamente no regime de tributação de serviços médicos entre 2026 e 2033 · e o que clínicas precisam decidir antes de 2027.
Para clínicas com sócios, alto faturamento ou que realizam procedimentos: descubra, em uma análise reservada, o que sua estrutura tributária, societária e patrimonial está acumulando antes de continuar crescendo. Não prometemos risco zero, mapeamos o risco que você está carregando sem saber.


Leonardo Martins veio da engenharia antes do Direito. Não é detalhe de biografia: é o motivo de decompor um problema tributário como quem decompõe um sistema, variável por variável, consequência por consequência. Cresceu dentro de um escritório de advocacia empresarial fundado em 1980 e, desde 2002, acompanha empresários em crescimento e reestruturação. Desde 2021, a atuação se concentrou em clínicas médicas, o setor onde atividade regulada, prestação técnica pessoal e operação empresarial se sobrepõem de um jeito que o generalismo não alcança.
Não eliminamos risco. Mapeamos. A clínica segura não é a que não tem risco, é a que conhece os riscos que decidiu assumir.
Cada caso passa pelo sócio fundador, não por uma equipe que recebe o resumo. Por isso o escritório atende um número limitado de clínicas por vez.
Atuação voltada para médicos empresários e clínicas que desejam crescer com mais segurança jurídica, pagar o menor imposto lícito possível e reduzir riscos tributários, societários, trabalhistas, patrimoniais e de responsabilidade civil.
Muitos médicos constroem clínicas sólidas, aumentam o faturamento, contratam profissionais, formam sociedades e expandem sua atuação sem perceber que também estão acumulando riscos jurídicos relevantes.
O problema não é crescer. O problema é crescer sem enxergar a estrutura que sustenta esse crescimento. Cada solução abaixo parte de diagnóstico da realidade da clínica, não de fórmula pronta.
Para clínicas que precisam organizar a estrutura jurídica antes de continuar crescendo.
Não é uma análise isolada. O objetivo é olhar para a clínica como uma empresa médica, considerando tributação, sociedade, contratos, equipe, responsabilidade civil, patrimônio, dados e comunicação, articulados em uma só tese coerente.
Indicada para clínicas em crescimento, com múltiplos sócios, alto faturamento ou que realizam procedimentos e desejam reduzir riscos antes que eles se transformem em passivos.
Solicitar análise da clínicaAnálise inicial da estrutura jurídica da clínica. Identifica pontos de atenção nas frentes tributária, societária, trabalhista, patrimonial, contratual e de responsabilidade civil. Indicado para médicos empresários que sentem que a clínica cresceu, mas ainda não têm clareza se a estrutura jurídica acompanhou esse crescimento.
Fazer diagnóstico jurídicoAntes de falar em economia tributária, proteção patrimonial ou estruturação societária, é preciso responder a uma pergunta: quais riscos a sua clínica carrega hoje?
— Não eliminamos risco. Mapeamos.
Análise da estrutura fiscal, modelo de faturamento e oportunidades legais de eficiência tributária. O objetivo é o menor imposto lícito, sustentável e adequado à realidade da clínica.
Avaliar minha estrutura tributáriaPara clínicas que realizam procedimentos e podem ter oportunidade de redução tributária. Quando aplicável, representa diferença relevante na carga, desde que a documentação sustente a estratégia.
Verificar possibilidadeVerificação da possibilidade de enquadramento em forma específica de recolhimento do ISS, conforme estrutura jurídica, composição dos sócios e legislação municipal aplicável.
Analisar o ISS da clínicaIdentificação de valores pagos a maior, oportunidades de recuperação e riscos tributários acumulados pela clínica. O que parece economia hoje pode virar passivo amanhã sem sustentação documental.
Avaliar oportunidades e riscosEstrutura integrada para médicos com alto faturamento, retiradas expressivas ou múltiplas fontes de receita. Articula PJ, pessoa física, retiradas, patrimônio e exposição fiscal.
Analisar minha estruturaPlano de transição CBS e IBS específico para o regime atual da clínica. Modelagem de impacto na margem, precificação e competitividade até 2033.
Preparar a clínicaRegras de entrada e saída, distribuição de lucros, apuração de haveres, dedicação de tempo e resolução de conflitos. Estrutura criada antes do conflito, não depois.
Estruturar acordo de sóciosOrganização da relação entre patrimônio pessoal, empresa médica, família e riscos da clínica. Análise de bens, sucessão e separação adequada entre pessoa física e jurídica.
Avaliar meu planejamentoHolding como ferramenta, não como fórmula automática. Análise de patrimônio, família, clínica, objetivos sucessórios e custos antes de decidir se a estrutura faz sentido.
Entender se faz sentidoRevisão de como a clínica se relaciona com colaboradores, empregados e prestadores. Identifica fragilidades antes que se transformem em passivo trabalhista.
Avaliar riscos trabalhistasRevisão e estruturação de contratos com médicos, profissionais de saúde, equipe administrativa e prestadores. O contrato precisa refletir a realidade, caso contrário, é fragilidade.
Revisar contratosTermos de consentimento adequados ao procedimento, ao dever de informação e aos riscos envolvidos. Na medicina, não basta fazer certo, é preciso poder provar que fez certo.
Revisar o TCLE da clínicaVerificação de limites, exclusões, condições de acionamento e lacunas que podem comprometer a proteção do médico ou da clínica. Ter o seguro é importante, entender o que foi contratado, mais ainda.
Avaliar minha apóliceOrientação sobre comunicação, redes sociais, anúncios e posicionamento médico, respeitando limites éticos, jurídicos e regulatórios. Posicionamento forte sem ser irresponsável.
Avaliar segurança jurídicaAdequação para clínicas que tratam dados pessoais e dados sensíveis de saúde. Política, fluxo, contratos com fornecedores, segurança da informação e treinamento básico de equipe.
Avaliar adequação LGPDAcompanhamento contínuo, preventivo e estratégico para tomada de decisão, revisão de contratos, novas contratações, ajustes societários e prevenção de riscos. Segurança jurídica que não aparece só na crise.
Conhecer assessoria mensalNão se trata de prometer risco zero. Trata-se de construir uma clínica com risco conhecido, calculado e administrado. A primeira conversa não tem custo nem compromisso, apenas reserva.
As informações apresentadas têm finalidade exclusivamente informativa e não substituem a análise individual de um advogado. Cada clínica possui uma realidade própria, e qualquer decisão jurídica, tributária, societária, trabalhista, patrimonial ou regulatória deve ser precedida de avaliação técnica especializada.
A primeira pergunta não é como reduzir imposto. É o que essa clínica carrega hoje que ainda não virou problema. As respostas quase sempre surpreendem. Cada estrutura entregue sai com parecer técnico assinado e memória de cálculo: quando a Receita olha, a defesa já existe, não é construída na hora.
Auditoria do regime atual, estrutura societária, PJs dos sócios, passivos trabalhistas, inventário patrimonial, contratos vigentes, TCLEs e responsabilidade civil.
Reengenharia jurídica integral: equiparação hospitalar quando aplicável, ISS fixo, holding quando indicada, acordo de sócios com substância real, contratos PJ adequados e plano de transição para a reforma.
Acompanhamento mensal, atualização legislativa, defesa em fiscalizações, ajustes conforme a clínica cresce, articulação com a contabilidade existente.
Situações reais da última década. Identidades preservadas; números disponíveis para verificação em reunião reservada.
Equiparação hospitalar somada à reestruturação societária reduziu a carga efetiva de forma relevante, sem alterar a operação clínica. A operação não mudou. A estrutura jurídica mudou. A carga efetiva também.
Autuação multimilionária revertida integralmente por via administrativa, sem recurso a juízo. A estrutura preventiva tornou o passivo evitável desde a origem. Quando a Receita olhou, a defesa já existia há dois anos. Não foi construída na hora.
Holding familiar e acordo de sócios estruturaram a transmissão patrimonial entre três gerações, sem litígio. As regras foram escritas antes do conflito, e por isso o conflito não veio.
Clínica não é empresa qualquer. Tem risco assistencial, regulação setorial, relação PJ médica e economia política do imposto sobre serviço de saúde. Tudo isso desconhecido por escritórios que tratam medicina como item de carteira.
Conduzimos um número limitado de clínicas por ano. Cada caso é tratado pelo sócio fundador, sem estagiários processando teses estruturais.
Não vendemos parecer isolado. A reestruturação tributária e o acordo de sócios são desenhados juntos, porque um expõe o outro.
Toda estrutura sai com parecer técnico assinado e memória de cálculo. Quando a Receita olha, a defesa já existe, não é construída na hora.
Não substituímos contador, articulamos. Desenhamos o regime e validamos a execução com quem a clínica já confia há anos.
Artigos publicados pelo sócio fundador em periódicos especializados. Posicionamentos sóbrios, sem promessa, sem sensacionalismo, sem clickbait jurídico.
O que muda concretamente no regime de tributação de serviços médicos entre 2026 e 2033 · e o que clínicas precisam decidir antes de 2027.
Critérios objetivos da Receita Federal, jurisprudência atualizada e o caminho concreto para reduzir a carga efetiva de 27% para 11%.
Por que oito em cada dez acordos de sócios médicos contêm cláusulas inválidas, e o custo silencioso de descobrir isso na hora errada.
Depoimentos de médicos empresários atendidos no último ciclo. Identidades reservadas conforme política interna de confidencialidade.
Por anos eu confundi crescer com estar protegido. O Dr. Leonardo foi o primeiro advogado que me obrigou a olhar a clínica como empresário antes de olhar como médico. Mudou a forma como decido.
Tributarista que fala a língua do médico, não do contador. Não prometeu vitória; entregou rigor. Quando a fiscalização veio, a defesa já estava pronta há dois anos.
Questões recorrentes, tratadas aqui da mesma forma que tratamos em sede de reunião reservada.
A primeira conversa é reservada e sem compromisso. Serve para entender o contexto da clínica, regime atual, estrutura societária, o que funciona e o que provavelmente não está funcionando. Se fizer sentido continuar, conversamos sobre como.
Sociedade reservada · Atendimento sob agendamento prévio.